continuo a ser cada vez menos invisível
a ignorância já não é o nosso principal denominador
já somos mestre
e a (ausente) aprendiz
cada vez mais próximo está esse teu abraço
anda, vem trabalhar comigo, quero-me provocar, para saber se sei aguentar.
a minha segurança és tu, pois sei que não vais ceder a nada
(não mais te vejo desesperada, talvez mais afemininada, talvez mais "arranjada")
e é isso que me interessa em ti subitamente... esse teu novo aroma
esse teu novo modo de estar... esse teu novo eu
(serão os meus olhos traídos pelo desejo, ou estás mais bonita, mais sensual?)
tudo isto no fim será banal, não é verdade?

